Cinco jornalistas da Al Jazeera, incluindo o renomado Anas al-Sharif, foram mortos em um ataque aéreo israelense perto do Hospital al-Shifa, em Gaza.

Israel afirma que Sharif coordenava um grupo do Hamas, mas organizações de imprensa e de direitos humanos contestam essa justificativa, denunciando o ocorrido como um ataque deliberado a profissionais da mídia. Houve forte condenação da ONU e de grupos como Repórteres Sem Fronteiras. Também surgiram protestos globais e iniciativas humanitárias, como um anúncio de uma nova flotilha encabeçada por Greta Thunberg para desafiar o bloqueio israelense.The Times

Símbolos perturbadores com a frase “há um holocausto em Gaza” foram pichados em locais sagrados judaicos, gerando profunda indignação em Israel.