Dados oficiais apontam, ainda, redução do superávit comercial nos últimos anos e aumento do déficit nas contas externas, cenário que também embasou a decisão. De acordo com o governo, produtos sem fabricação nacional permanecem com tarifa zero, e regimes especiais de tributação foram mantidos para mitigar impactos sobre cadeias produtivas.

Importadores e representantes do setor de tecnologia contestam a medida. Para eles, o aumento pode encarecer investimentos e afetar a competitividade, especialmente em segmentos dependentes de componentes estrangeiros, como CPUs, GPUs e memórias.
Entretanto, o impacto tende a ser sentido pelo consumidor final. Segundo especialistas, os smartphones deverão ficar mais caros, fazendo os consumidores adiarem a troca de seus dispositivos, e a alta pode comprometer a atualização tecnológica no país.
O Governo Federal elevou, no início deste mês, o Imposto de Importação de mais de 1,2 mil produtos, incluindo celulares, computadores, componentes eletrônicos e máquinas industriais, conforme resolução publicada e já em vigor. A medida foi aprovada pelo Comitê-Executivo de Gestão da Câmara de Comércio Exterior por meio da Resolução 852 de 2026.
As novas alíquotas atingem itens com produção nacional e variam, em geral, entre 7,2% e 12,6%, podendo chegar a 20% ou até 25% em alguns casos específicos, como câmeras e smartphones. Parte das tarifas passa a valer integralmente a partir deste domingo (1º), a depender da data de registro da Declaração de Importação.
Segundo o Ministério da Fazenda, a decisão tem caráter regulatório e busca proteger a indústria instalada no país diante do aumento das importações. A pasta argumenta que bens importados já representam cerca de 45% do consumo nacional em determinadas categorias e que a importação de bens de capital e informática cresceu mais de 33% desde 2022.
Dados oficiais apontam, ainda, redução do superávit comercial nos últimos anos e aumento do déficit nas contas externas, cenário que também embasou a decisão. De acordo com o governo, produtos sem fabricação nacional permanecem com tarifa zero, e regimes especiais de tributação foram mantidos para mitigar impactos sobre cadeias produtivas.
Importadores e representantes do setor de tecnologia contestam a medida. Para eles, o aumento pode encarecer investimentos e afetar a competitividade, especialmente em segmentos dependentes de componentes estrangeiros, como CPUs, GPUs e memórias.
Entretanto, o impacto tende a ser sentido pelo consumidor final. Segundo especialistas, os smartphones deverão ficar mais caros, fazendo os consumidores adiarem a troca de seus dispositivos, e a alta pode comprometer a atualização tecnológica no país.
Dados oficiais apontam, ainda, redução do superávit comercial nos últimos anos e aumento do déficit nas contas externas, cenário que também embasou a decisão. De acordo com o governo, produtos sem fabricação nacional permanecem com tarifa zero, e regimes especiais de tributação foram mantidos para mitigar impactos sobre cadeias produtivas.
Importadores e representantes do setor de tecnologia contestam a medida. Para eles, o aumento pode encarecer investimentos e afetar a competitividade, especialmente em segmentos dependentes de componentes estrangeiros, como CPUs, GPUs e memórias.
Entretanto, o impacto tende a ser sentido pelo consumidor final. Segundo especialistas, os smartphones deverão ficar mais caros, fazendo os consumidores adiarem a troca de seus dispositivos, e a alta pode comprometer a atualização tecnológica no país.