PF aperta cerco ao crime organizado: operação mira tráfico interestadual e esquema milionário de lavagem de 32 milhões e com ramificações em João Pessoa

Uma operação de grande alcance contra o crime organizado colocou João Pessoa no radar das forças de segurança nesta terça-feira (26). A Força Integrada de Combate ao Crime Organizado em Sergipe (FICCO/SE) cumpriu mandado judicial na capital paraibana durante a segunda fase da Operação Indumentum, que investiga uma organização criminosa suspeita de atuar no tráfico interestadual de drogas e em um esquema milionário de lavagem de dinheiro.

A ofensiva ocorre simultaneamente em cinco estados brasileiros e mobilizou equipes para o cumprimento de 11 mandados de prisão temporária, 14 mandados de busca e apreensão, além de bloqueios patrimoniais e medidas de sequestro de bens. As ordens judiciais foram expedidas pelo Tribunal de Justiça de Sergipe.

As investigações tiveram início após a primeira fase da operação identificar a atuação de um grupo responsável pela distribuição de entorpecentes, especialmente crack e maconha, com atuação inicial em Sergipe e expansão para outros estados. A suspeita dos investigadores é de que a organização tenha estruturado uma rede para ocultar recursos ilícitos por meio de mecanismos de lavagem financeira.

A presença de alvos ligados à investigação em João Pessoa reforça o alerta sobre a expansão das conexões interestaduais do crime organizado e o uso de diferentes regiões do país para movimentação financeira, logística e ocultação de ativos.

As autoridades não descartam novas fases da operação diante do avanço das investigações e da análise do material apreendido

Uma operação de grande alcance contra o crime organizado colocou João Pessoa no radar das forças de segurança nesta terça-feira (26). A Força Integrada de Combate ao Crime Organizado em Sergipe (FICCO/SE) cumpriu mandado judicial na capital paraibana durante a segunda fase da Operação Indumentum, que investiga uma organização criminosa suspeita de atuar no tráfico interestadual de drogas e em um esquema milionário de lavagem de dinheiro.

A ofensiva ocorre simultaneamente em cinco estados brasileiros e mobilizou equipes para o cumprimento de 11 mandados de prisão temporária, 14 mandados de busca e apreensão, além de bloqueios patrimoniais e medidas de sequestro de bens. As ordens judiciais foram expedidas pelo Tribunal de Justiça de Sergipe.

As investigações tiveram início após a primeira fase da operação identificar a atuação de um grupo responsável pela distribuição de entorpecentes, especialmente crack e maconha, com atuação inicial em Sergipe e expansão para outros estados. A suspeita dos investigadores é de que a organização tenha estruturado uma rede para ocultar recursos ilícitos por meio de mecanismos de lavagem financeira.

A presença de alvos ligados à investigação em João Pessoa reforça o alerta sobre a expansão das conexões interestaduais do crime organizado e o uso de diferentes regiões do país para movimentação financeira, logística e ocultação de ativos.

As autoridades não descartam novas fases da operação diante do avanço das investigações e da análise do material apreendido