Crime mobilizou forças de segurança no Cariri da Paraíba; investigadores apreenderam motocicleta e equipamento que armazenava imagens das câmeras de segurança
A Polícia Civil da Paraíba avançou nas investigações sobre o assalto à residência do prefeito de Boqueirão, Marcos Freitas, ocorrido na manhã desta terça-feira (1º), no Cariri paraibano. Dois suspeitos de envolvimento na ação criminosa já foram presos, enquanto as forças de segurança trabalham para identificar e localizar os demais integrantes do grupo.
De acordo com as informações levantadas durante a investigação, cinco homens armados teriam participado da invasão. O grupo entrou na residência, rendeu o prefeito, a primeira-dama e familiares e fugiu levando celulares, objetos pessoais e o DVR responsável pelo armazenamento das imagens do sistema de videomonitoramento.

Prefeito de Boqueirão
O roubo desencadeou uma operação integrada envolvendo equipes das polícias Militar e Civil. As diligências começaram logo após a comunicação do crime e permitiram chegar aos primeiros suspeitos.
Um deles foi localizado e preso por policiais militares. Com o suspeito, foram encontrados uma motocicleta que teria sido utilizada durante o assalto e o DVR retirado da residência do prefeito. O material poderá ser fundamental para auxiliar na reconstrução da dinâmica da ação.
Outro homem também foi preso pela Polícia Civil. Segundo a investigação, ele teria desempenhado papel de apoio ao grupo criminoso, auxiliando na fuga e na localização do imóvel invadido.
VEÍCULO ABANDONADO E MATERIAL APREENDIDO
Durante as buscas, as equipes localizaram o veículo utilizado pelos criminosos abandonado na região da Vila do Sangrador. O automóvel, as motocicletas e outros materiais relacionados ao crime foram apreendidos e encaminhados para os procedimentos periciais.
As forças de segurança também estão analisando imagens de câmeras de segurança, que podem ajudar a identificar os demais integrantes da quadrilha e esclarecer o trajeto utilizado antes, durante e depois do assalto.
O delegado Tadeu Maia, do Grupo Tático Especial (GTE) da 11ª Delegacia Seccional de Polícia Civil (DSPC), destacou a atuação conjunta das forças policiais e o avanço das diligências após as primeiras prisões.
Apesar das detenções, a investigação ainda não está encerrada. A Polícia Civil mantém as buscas pelos demais suspeitos e trabalha para individualizar a participação de cada investigado na invasão.
O caso permanece sob investigação, e eventuais novas prisões poderão ocorrer à medida que os elementos reunidos durante a operação sejam analisados.
